Terra Natal e Historia
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Terra Natal e Historia
Quem é Altair??
Bom começarei explicando de onde venho, para que vocês possam entender melhor quem sou eu.
Venho das longínquas terras de Dambrath, terras recheadas de conflitos em sua historia que eu sito aqui:
“A população humana de Dambrath traça sua história desde 211 CV. Quatro tribos bárbaras fugiram para Dambrath, deslocados pelos então poderosos reinos de Unther e Mulhorand. Carecendo de poder mágico, eles voltaram-se para o treinamento de cavalos selvagens que corriam pelas vastas planícies. Estes cavalos são geralmente fortes e rápidos graças às propriedades mágicas da grama arkas que é única de Dambrath. Com o tempo, os bárbaros se tornaram conhecidos como os Arkaiun - "povo do vento".
Graças aos cavalos de Dambrath, os bárbaros Arkaiun prosperaram em sua nova terra. Bandos ferozes de guerreiros montados Arkaiun conquistaram as cidades costeiras e escravizaram os halflings da vizinha Luiren. Entretanto, seus modos militares os conduziram ao desastre quando em 545 DV o líder de guerra Reinhard subiu ao poder e liderou um ataque a Halruaa. A conseqüência foi devastadora para os Arkaiun e Reinhard foi morto, seu corpo abandonado em Halruaa.
Seu filho, Reinhard II, foi declarado rei - o primeiro de Dambrath - principalmente porque poucos militares sobreviveram para contestar sua reivindicação. O novo rei voltou sua atenção para a construção de riquezas e no estabelecimento de um comércio. Um incomum período de estabilidade se seguiu, numa inquebrável sucessão de aproximadamente três séculos. Em 802 CV, esta era terminou abruptamente logo depois da coroação de Reinhard IX. Este rei era impaciente com os modos "decadentes" de seus subordinados e se tornou obcecado com a excelente façanha militar do fundador de sua dinastia. Ele logo aprendeu que guerras eram caras. Quando a poderosa classe mercante protestou contra seus impostos, Reinhard IX tentou ganhar poder e dinheiro expandindo seu reino. Ganancioso por prata e platina, ele insistiu em promover tentativas de se minerar mais fundo nas Montanhas da Vigília dos Gnolls. Lá ele encontrou os drows de T'lindhet.
Os sonhos de glória militar de Reinhard IX provaram-se mais fortes do que o aviso urgente de seus conselheiros ou das lições de história. Seu exército foi o mais forte que Dambrath conheceu por gerações. Confiante do sucesso, ele atacou os drow e conduziu para as colinas. Ele falhou, entretanto, em levar em conta um fato importante. Sua rápida cavalaria seria de pouco uso em uma batalha no subterrâneo. Sendo assim, a sorte - sem mencionar a natureza caótica dos drow - favoreceu os bravos. Um pequeno bando dos Arkaiun de Reinhard lutou para chegar a T'lindhet. Isto insultou os drow, que se uniram numa perigosa contra-ofensiva. O grupo invasor foi rapidamente empurrado de volta à superfície e os drow os seguiram. Na batalha que se seguiu, os drow dizimaram o exército de Reinhard. Não contentes com a simples vitória, os drow entraram numa guerra de vingança e aniquilação que durou por quase três décadas. Finalmente eles encurralaram a última resistência humana na cidade murada de Malduir.
Os humanos sitiados ficaram satisfeitos com a chegada de um bando de peregrinos. Cathyr, um meio-elfo alto clérigo de Loviatar, liderava este grupo. Cathyr e seus 112 clérigos possuíam um estoque impressionante de magia divina, algo que era um suprimento raro na atual sociedade de Dambrath. Reinhard e Cathyr formaram uma aliança, e clérigos armados com poderosas magias ofensivas encontraram-se lado a lado com cada unidade militar restante.
Quando os drow atacaram, os clérigos da Dor voltaram-se para os Arkaiun. O próprio Cathyr matou Reinhard e então ofereceu aos drow uma negociação: Os clérigos meio-elfos iriam reger a terra, mas eles supririam os drows com acesso à superfície e com comércio, que incluía armas e escravos. Os drow, com sua vingança executada, alegremente concordaram. Um relacionamento amigável entre os drow e os meio-elfos foi estabelecido, e espantosamente continua até os dias de hoje. Hoje Dambrath é regida por uma rainha Crinti, Hasifir.
A vida segundo o costume Crinti contém certas semelhanças com a sociedade drow. Fêmeas regem, ainda que os machos sejam considerados quase iguais. Macho e fêmeas trabalham e lutam lado a lado, embora as fêmeas sejam promovidas mais rapidamente e possam crescer mais. Apenas as mais altas posições são restritas às fêmeas Crinti, um fato que faz de Dambrath uma sociedade atraente para muitos drows machos.”
Sou descendente puro dos Arkaiun, raça que é reprimida por esses orelhudos nojentos, morei minha infância nos grandes pastos de Dambrath, com meu pai Altamir um homem bom, grande coração, magnífico criador de cavalos, mas que continha um único defeito, se sentir satisfeito com esse governo de dor que dominam Dambrath.
Odiava aquele lugar, odiava ir para aquelas cidades horrendas, escuras e sabia que aquele lugar não era pra mim, a única visão bonita era os verdes do pasto, que descobri com minhas viagens que nunca mais verei verde igual.
Aos 14 anos após uma discussão sobre o quanto odiava esse lugar, meu pai me chamou para conversar, me dando duas opções, ficar para cuidar dos pastos, ou partir a minha própria sorte por esse mundo. Não tinha muita experiência em nada, sabia cuidar de cavalos, lutar sozinho com graveto, imaginando lutas épicas dos meus livros, pular caminhar sobre a viga dos estábulo, coisas de criança, não me achava preparado para nada naquele momento, mas algo dentro de mim, uma curiosidade imensa de conhecer esse mundo me fez optar pela partida. E feito, na manha seguinte, peguei meus livros, algum alimento, uns dois pães, três mudas de roupa, meu pai estava preparando o café, e chegou a pedir que eu repensasse a respeito, mas eu estava decidido, então ele me abençoou e me deu o melhor cavalo de nossa criação e algumas moedas de prata.
Parti, após comer, calvagando para o sul, em direção a Westbay, uma das várias cidades portuárias por aqui. Cheguei a cidade pelo começo da noite, aluguei um estábulo com o pouco que tinha, e acabei dormindo com meu cavalo, oq pra mim já era de costume, queria acordar cedo, tinha que arrumar algo para fazer, minhas moedas tinham se ido.
Logo pela manhã, acordei com dois mercadores discutindo qual seria o preço de meu cavalo, era um cavalo muito bom, e as especulações estavam muito altas, algo em torno de 700 e 800 peças de ouro, num ar meio irônico soltei um “quem pagar mil leva, mas me deixem dormir”, e meio que num pulo um dos mercadores gritou “ta pago” puxou algumas perolas do bolso, que valiam até umas peças de ouro a mais, mas pela cara de feliz do comprador e a de raiva do outro, foi um bom negocio. Bom, pelo menos até ele descobrir que os efeitos irão passar se não mantiver o cavalo se alimentando nos pastos de Dambrath.
Agora tinha dinheiro no bolso para muito tempo, só precisava de uma forma de sair desse lugar, fui para o porto, onde trabalhei como estivador por alguns dias, fiz alguns amigos, tomei meus primeiros porres, trabalhava duro, mas fazia trabalhos mais leves, cabíveis a minha idade. Numas de minhas bebedeiras acabei conhecendo capitão Jack, um mercador, que topava qualquer carregamento, tanto os legais, quanto os contrabandos, para quem fui trabalhar, de principio na cozinha, mas minha agilidade fez eu me dar bem nos trabalhos sobre o mastro,pulando de uma corda para a outra mesmo em meio a tempestade, e minha curiosidade e meu bom papo fizeram com que eu fosse o preferido marujo de Jack, nas horas vagas ficava na cabine do capitão, conversando, lendo sua coleção de livros. Ele me ensinou a esgrimar, pois as águas estavam cheias de piratas, mas nunca fomos atacados, cruzamos com poucos navios piratas, mas por sorte eram velhos conhecidos de Jack.

Em uma de nossas conversas Jack ficou sabendo de minha vontade de partir de Dambratch, e disse:
“Meu jovem, infelizmente só navego por essas águas, mas por você ser um bom homem, vou lhe dar uma ajuda, te levarei a cidade de Purl, ela fica fora dos domínios de Dambratch, porém em suas Terras, sua localização nunca deve ser colocada em um mapa, ou você sabe chegar lá, ou nunca chegará, não é o melhor lugar do mundo, mas será mais fácil você sair daqui pelas pessoas que conhecerá lá, eles se arriscam mais ao mar do que eu, e tenho umas entregas para fazer por lá”
Seguimos fazendo entrega por toda a Bahia do golfinho dançante, no ultimo porto, em Dannash, descarregamos todo o navio, e Jack dispensou a maioria dos marujos, e aos poucos que sobraram ele pagou uma estalagem na beira do cais, quando a lua estava quase em seu ponto mais alto fui acordado por Jack, que me mandou fazer silencio e partir, alguns homens terminavam de carregar os navios com uns caixotes, mas sem nenhuma cantoria dessa vez, num silencio absoluto, e partimos com todas as luzes apagadas, seguindo a península pela noite, ventos fortes nos carregaram e pelo amanhecer já estávamos aportando em Purl, uma cidadela encrustada entre as colinas, tava mais para um aglomerado de casas de madeira sobre um porto, tão escondida que acho que até com um mapa pra lá seria difícil chegar, parecia ser feriado, pois estavam todos bebendo dançando, se divertindo, como se não houvesse nada mais para fazer naquele dia, e a vida de Purl era assim mesmo, um bando de piratas mal encarados, mas que no fundo tinham seu lado bom, seu lado humano, logo fui apresentado a vários capitães Piratas, inclusive os que já haviam cruzado conosco nos mares.
As regras em Purl eram simples, ninguém mandava em ninguém, briga existiam muito mais por forma de diversão do que por confusão, mas sempre era bom uma briga para ganhar um certo respeito, vivi nesse paraíso em meio a Dambrath até os 16 anos, trabalhando como pirata para alguns capitães, e em algumas viagens com o próprio Jack, a vida de pirata tinha seus riscos, e com os riscos as primeiras cicatrizes, e com as cicatrizes a certeza de que quando se enfia a lamina em alguém, deve ser feita direito.
Pilhei por todo o litoral sul, conheci outras cidades piratas pela costa, e fomos parar no grande mar brilhante, para vender especiarias para o povo de Calimshan, lugar quente como minha antiga terra, mas sem nenhum sinal de bons pastos, pessoas com roupas estravagantes, um lugar estranho, mas resolvi descer por lá, não agüentava mais ser um pirata, queria conhecer as grandes cidades, e não viver me escondendo através dos becos delas, me despedi do bando e lancei minha sorte mais uma vez.
Em Calimsnhan passei algum tempo gastando minhas economias com luxos, quando minhas economias estavam quase se esgotando, sobrando apenas duas perolas de dambrath, segui para o norte com mercadores,eu era um bom negociador, oque fez meus serviços serem bem úteis, e tudo fica mais fácil quando se encontra alguém que financiasse a minha viagem para as grandes cidades do norte, conheci muitos seguidores de Waukeen, e me simpatizei muito com a ideologia dessa deusa, encontrando assim para quem voltar minhas preces e minhas homenagens.
Em uma das caravanas que participei, ao cruzar pela floresta de Wealdath, fomos emboscados por orcs, eram muitos, e a luta foi frenética, quase todos da caravana foram mortos, mas consegui escapar me embrenhado no mato, estava muito ferido, e completamente perdido no meio daquelas arvores, caminhei durante dois dias e duas noites, me alimentando com o que tinha, e me locomovendo o Maximo possível pelas arvores, evitei muitos encontros com criaturas estranhas e desavisadas que passavam pelo solo da floresta, me sentia como sendo vigiado, mas sentia uma segurança naquele lugar, no meio do terceiro dia, ouvi uns barulhos estranhos nas redondezas, um grito feminino e umas pancadas bem fortes, pulei de galho em galho em direção ao barulho, num frenesi de adrenalina criado por aquele grito, quando me aproximei do local, vi logo abaixo de mim uma criatura muito grande, segurando um tronco prestes a esmagar uma moça indefesa, não pensei duas vezes, saltei sobre nuca daquele monstro, que mais tarde descobri ser um ogro, fincando minha adaga bem em seu ouvido enquanto me segurava em suas narinas, a criatura, perdeu seu equilíbrio girando e caindo de costas sobre mim.... *Poff*.... escuridão....
Acordei dois dias depois, estava bem ferido, com ossos quebrados, numa cama, recebendo tratamento de uma linda donzela, tinha as orelhas pontudas, mas não me trazia aquele ódio que os orelhas pontudas de minha terra me causavam, e sua pele nem era escura como a deles, se chamava Muriel, uma linda elfa, uma linda donzela, mas nem tão indefesa como achei no primeiro momento, era uma hábil arqueira e também filha do Elder da vila élfica, Erathon um sábio elfo, que me acolheu mesmo com o protesto da maioria dos moradores da vila, afinal tinha salvado sua filha.
Athuriam era o que mais protestava sobre a minha permanência na vila élfica, sentia em seu olhar um ciúmes em relação a como Muriel me tratava, mas a palavra de Erathon era final, e poderia permanecer quanto tempo quisesse em sua vila, e nem Athuriam seria louco de se opor aos desejos de seu líder.
Estabeleci-me na floresta durante três anos, dominei o linguajar compartilhei dos costumes, participei das festas, torneios, caçadas, compartilhei minhas experiências, descobri que compartilhamos dos mesmos sentimentos de ódio para com os Drows, foram anos incríveis.
Muriel me presenteou com uma vestimenta muito bonita, feita pelas suas próprias mãos delicadas, de um branco único, e um vermelho muito vivo, ela sabia minhas medidas em sua mente, pois serviu perfeito, como uma espada na bainha, uma obra prima, ela me disse que esse branco me ajudaria a desaparecer na menor sombra, como na maior escuridão, e que se soubesse dominar a arte poderia sumir até numa clareira embaixo do sol do almoço, e que manteria minha mobilidade total, bainhas e outros partes da vestimentas foram adicionadas com o tempo. Retribuindo o presente, dei a ela minhas duas ultimas perolas, que ficaram maguiníficas como brincos, que ela mesma confeccionou.
Apeguei-me muito a todos da vila, me sentia um verdadeiro elfo entre eles, mas sabia me manter no meu lugar, afinal, não eram todos que iam com a minha cara.
Aprendi muito entre os elfos, técnicas de combates, a arte da furtividade, entre outras coisas, mas minha hora de partir chegou mais uma vez, já tinha quase 23 anos, e sei que se ficasse por lá minhas aventuras se cessariam.
Erathon tentou me convencer a ficar, que ainda era cedo para partir, mas ele entendeu quando eu disse que minha vida não era tão longa quanto a deles, e que se não partisse logo, minha velhice acabaria por chegar sem eu ver tudo que tinha pra ver, doeu ver as lagrimas descerem dos olhos de Muriel. Mas eu estava convicto de minhas vontades.
Parti daquelas belas terras, com a certeza que seria bem vindo enquanto Erathon fosse o Elder, e que o coração de Muriel eu levaria comigo para todos os cantos por onde andar.
Parti para a cidade portuária de Murann, e com as minhas experiências adquiridas logo parti com um pequeno navio mercante em direção ao norte, deixando que os bons ventos de Waukeen me levassem, em direção a costa da espada, onde desceria, no próximo porto, agora sim, pronto para as grandes aventuras que me aguardavam.
Bom começarei explicando de onde venho, para que vocês possam entender melhor quem sou eu.
Venho das longínquas terras de Dambrath, terras recheadas de conflitos em sua historia que eu sito aqui:
“A população humana de Dambrath traça sua história desde 211 CV. Quatro tribos bárbaras fugiram para Dambrath, deslocados pelos então poderosos reinos de Unther e Mulhorand. Carecendo de poder mágico, eles voltaram-se para o treinamento de cavalos selvagens que corriam pelas vastas planícies. Estes cavalos são geralmente fortes e rápidos graças às propriedades mágicas da grama arkas que é única de Dambrath. Com o tempo, os bárbaros se tornaram conhecidos como os Arkaiun - "povo do vento".
Graças aos cavalos de Dambrath, os bárbaros Arkaiun prosperaram em sua nova terra. Bandos ferozes de guerreiros montados Arkaiun conquistaram as cidades costeiras e escravizaram os halflings da vizinha Luiren. Entretanto, seus modos militares os conduziram ao desastre quando em 545 DV o líder de guerra Reinhard subiu ao poder e liderou um ataque a Halruaa. A conseqüência foi devastadora para os Arkaiun e Reinhard foi morto, seu corpo abandonado em Halruaa.
Seu filho, Reinhard II, foi declarado rei - o primeiro de Dambrath - principalmente porque poucos militares sobreviveram para contestar sua reivindicação. O novo rei voltou sua atenção para a construção de riquezas e no estabelecimento de um comércio. Um incomum período de estabilidade se seguiu, numa inquebrável sucessão de aproximadamente três séculos. Em 802 CV, esta era terminou abruptamente logo depois da coroação de Reinhard IX. Este rei era impaciente com os modos "decadentes" de seus subordinados e se tornou obcecado com a excelente façanha militar do fundador de sua dinastia. Ele logo aprendeu que guerras eram caras. Quando a poderosa classe mercante protestou contra seus impostos, Reinhard IX tentou ganhar poder e dinheiro expandindo seu reino. Ganancioso por prata e platina, ele insistiu em promover tentativas de se minerar mais fundo nas Montanhas da Vigília dos Gnolls. Lá ele encontrou os drows de T'lindhet.
Os sonhos de glória militar de Reinhard IX provaram-se mais fortes do que o aviso urgente de seus conselheiros ou das lições de história. Seu exército foi o mais forte que Dambrath conheceu por gerações. Confiante do sucesso, ele atacou os drow e conduziu para as colinas. Ele falhou, entretanto, em levar em conta um fato importante. Sua rápida cavalaria seria de pouco uso em uma batalha no subterrâneo. Sendo assim, a sorte - sem mencionar a natureza caótica dos drow - favoreceu os bravos. Um pequeno bando dos Arkaiun de Reinhard lutou para chegar a T'lindhet. Isto insultou os drow, que se uniram numa perigosa contra-ofensiva. O grupo invasor foi rapidamente empurrado de volta à superfície e os drow os seguiram. Na batalha que se seguiu, os drow dizimaram o exército de Reinhard. Não contentes com a simples vitória, os drow entraram numa guerra de vingança e aniquilação que durou por quase três décadas. Finalmente eles encurralaram a última resistência humana na cidade murada de Malduir.
Os humanos sitiados ficaram satisfeitos com a chegada de um bando de peregrinos. Cathyr, um meio-elfo alto clérigo de Loviatar, liderava este grupo. Cathyr e seus 112 clérigos possuíam um estoque impressionante de magia divina, algo que era um suprimento raro na atual sociedade de Dambrath. Reinhard e Cathyr formaram uma aliança, e clérigos armados com poderosas magias ofensivas encontraram-se lado a lado com cada unidade militar restante.
Quando os drow atacaram, os clérigos da Dor voltaram-se para os Arkaiun. O próprio Cathyr matou Reinhard e então ofereceu aos drow uma negociação: Os clérigos meio-elfos iriam reger a terra, mas eles supririam os drows com acesso à superfície e com comércio, que incluía armas e escravos. Os drow, com sua vingança executada, alegremente concordaram. Um relacionamento amigável entre os drow e os meio-elfos foi estabelecido, e espantosamente continua até os dias de hoje. Hoje Dambrath é regida por uma rainha Crinti, Hasifir.
A vida segundo o costume Crinti contém certas semelhanças com a sociedade drow. Fêmeas regem, ainda que os machos sejam considerados quase iguais. Macho e fêmeas trabalham e lutam lado a lado, embora as fêmeas sejam promovidas mais rapidamente e possam crescer mais. Apenas as mais altas posições são restritas às fêmeas Crinti, um fato que faz de Dambrath uma sociedade atraente para muitos drows machos.”
Sou descendente puro dos Arkaiun, raça que é reprimida por esses orelhudos nojentos, morei minha infância nos grandes pastos de Dambrath, com meu pai Altamir um homem bom, grande coração, magnífico criador de cavalos, mas que continha um único defeito, se sentir satisfeito com esse governo de dor que dominam Dambrath.
Odiava aquele lugar, odiava ir para aquelas cidades horrendas, escuras e sabia que aquele lugar não era pra mim, a única visão bonita era os verdes do pasto, que descobri com minhas viagens que nunca mais verei verde igual.
Aos 14 anos após uma discussão sobre o quanto odiava esse lugar, meu pai me chamou para conversar, me dando duas opções, ficar para cuidar dos pastos, ou partir a minha própria sorte por esse mundo. Não tinha muita experiência em nada, sabia cuidar de cavalos, lutar sozinho com graveto, imaginando lutas épicas dos meus livros, pular caminhar sobre a viga dos estábulo, coisas de criança, não me achava preparado para nada naquele momento, mas algo dentro de mim, uma curiosidade imensa de conhecer esse mundo me fez optar pela partida. E feito, na manha seguinte, peguei meus livros, algum alimento, uns dois pães, três mudas de roupa, meu pai estava preparando o café, e chegou a pedir que eu repensasse a respeito, mas eu estava decidido, então ele me abençoou e me deu o melhor cavalo de nossa criação e algumas moedas de prata.
Parti, após comer, calvagando para o sul, em direção a Westbay, uma das várias cidades portuárias por aqui. Cheguei a cidade pelo começo da noite, aluguei um estábulo com o pouco que tinha, e acabei dormindo com meu cavalo, oq pra mim já era de costume, queria acordar cedo, tinha que arrumar algo para fazer, minhas moedas tinham se ido.
Logo pela manhã, acordei com dois mercadores discutindo qual seria o preço de meu cavalo, era um cavalo muito bom, e as especulações estavam muito altas, algo em torno de 700 e 800 peças de ouro, num ar meio irônico soltei um “quem pagar mil leva, mas me deixem dormir”, e meio que num pulo um dos mercadores gritou “ta pago” puxou algumas perolas do bolso, que valiam até umas peças de ouro a mais, mas pela cara de feliz do comprador e a de raiva do outro, foi um bom negocio. Bom, pelo menos até ele descobrir que os efeitos irão passar se não mantiver o cavalo se alimentando nos pastos de Dambrath.
Agora tinha dinheiro no bolso para muito tempo, só precisava de uma forma de sair desse lugar, fui para o porto, onde trabalhei como estivador por alguns dias, fiz alguns amigos, tomei meus primeiros porres, trabalhava duro, mas fazia trabalhos mais leves, cabíveis a minha idade. Numas de minhas bebedeiras acabei conhecendo capitão Jack, um mercador, que topava qualquer carregamento, tanto os legais, quanto os contrabandos, para quem fui trabalhar, de principio na cozinha, mas minha agilidade fez eu me dar bem nos trabalhos sobre o mastro,pulando de uma corda para a outra mesmo em meio a tempestade, e minha curiosidade e meu bom papo fizeram com que eu fosse o preferido marujo de Jack, nas horas vagas ficava na cabine do capitão, conversando, lendo sua coleção de livros. Ele me ensinou a esgrimar, pois as águas estavam cheias de piratas, mas nunca fomos atacados, cruzamos com poucos navios piratas, mas por sorte eram velhos conhecidos de Jack.

Em uma de nossas conversas Jack ficou sabendo de minha vontade de partir de Dambratch, e disse:
“Meu jovem, infelizmente só navego por essas águas, mas por você ser um bom homem, vou lhe dar uma ajuda, te levarei a cidade de Purl, ela fica fora dos domínios de Dambratch, porém em suas Terras, sua localização nunca deve ser colocada em um mapa, ou você sabe chegar lá, ou nunca chegará, não é o melhor lugar do mundo, mas será mais fácil você sair daqui pelas pessoas que conhecerá lá, eles se arriscam mais ao mar do que eu, e tenho umas entregas para fazer por lá”
Seguimos fazendo entrega por toda a Bahia do golfinho dançante, no ultimo porto, em Dannash, descarregamos todo o navio, e Jack dispensou a maioria dos marujos, e aos poucos que sobraram ele pagou uma estalagem na beira do cais, quando a lua estava quase em seu ponto mais alto fui acordado por Jack, que me mandou fazer silencio e partir, alguns homens terminavam de carregar os navios com uns caixotes, mas sem nenhuma cantoria dessa vez, num silencio absoluto, e partimos com todas as luzes apagadas, seguindo a península pela noite, ventos fortes nos carregaram e pelo amanhecer já estávamos aportando em Purl, uma cidadela encrustada entre as colinas, tava mais para um aglomerado de casas de madeira sobre um porto, tão escondida que acho que até com um mapa pra lá seria difícil chegar, parecia ser feriado, pois estavam todos bebendo dançando, se divertindo, como se não houvesse nada mais para fazer naquele dia, e a vida de Purl era assim mesmo, um bando de piratas mal encarados, mas que no fundo tinham seu lado bom, seu lado humano, logo fui apresentado a vários capitães Piratas, inclusive os que já haviam cruzado conosco nos mares.
As regras em Purl eram simples, ninguém mandava em ninguém, briga existiam muito mais por forma de diversão do que por confusão, mas sempre era bom uma briga para ganhar um certo respeito, vivi nesse paraíso em meio a Dambrath até os 16 anos, trabalhando como pirata para alguns capitães, e em algumas viagens com o próprio Jack, a vida de pirata tinha seus riscos, e com os riscos as primeiras cicatrizes, e com as cicatrizes a certeza de que quando se enfia a lamina em alguém, deve ser feita direito.
Pilhei por todo o litoral sul, conheci outras cidades piratas pela costa, e fomos parar no grande mar brilhante, para vender especiarias para o povo de Calimshan, lugar quente como minha antiga terra, mas sem nenhum sinal de bons pastos, pessoas com roupas estravagantes, um lugar estranho, mas resolvi descer por lá, não agüentava mais ser um pirata, queria conhecer as grandes cidades, e não viver me escondendo através dos becos delas, me despedi do bando e lancei minha sorte mais uma vez.
Em Calimsnhan passei algum tempo gastando minhas economias com luxos, quando minhas economias estavam quase se esgotando, sobrando apenas duas perolas de dambrath, segui para o norte com mercadores,eu era um bom negociador, oque fez meus serviços serem bem úteis, e tudo fica mais fácil quando se encontra alguém que financiasse a minha viagem para as grandes cidades do norte, conheci muitos seguidores de Waukeen, e me simpatizei muito com a ideologia dessa deusa, encontrando assim para quem voltar minhas preces e minhas homenagens.
Em uma das caravanas que participei, ao cruzar pela floresta de Wealdath, fomos emboscados por orcs, eram muitos, e a luta foi frenética, quase todos da caravana foram mortos, mas consegui escapar me embrenhado no mato, estava muito ferido, e completamente perdido no meio daquelas arvores, caminhei durante dois dias e duas noites, me alimentando com o que tinha, e me locomovendo o Maximo possível pelas arvores, evitei muitos encontros com criaturas estranhas e desavisadas que passavam pelo solo da floresta, me sentia como sendo vigiado, mas sentia uma segurança naquele lugar, no meio do terceiro dia, ouvi uns barulhos estranhos nas redondezas, um grito feminino e umas pancadas bem fortes, pulei de galho em galho em direção ao barulho, num frenesi de adrenalina criado por aquele grito, quando me aproximei do local, vi logo abaixo de mim uma criatura muito grande, segurando um tronco prestes a esmagar uma moça indefesa, não pensei duas vezes, saltei sobre nuca daquele monstro, que mais tarde descobri ser um ogro, fincando minha adaga bem em seu ouvido enquanto me segurava em suas narinas, a criatura, perdeu seu equilíbrio girando e caindo de costas sobre mim.... *Poff*.... escuridão....
Acordei dois dias depois, estava bem ferido, com ossos quebrados, numa cama, recebendo tratamento de uma linda donzela, tinha as orelhas pontudas, mas não me trazia aquele ódio que os orelhas pontudas de minha terra me causavam, e sua pele nem era escura como a deles, se chamava Muriel, uma linda elfa, uma linda donzela, mas nem tão indefesa como achei no primeiro momento, era uma hábil arqueira e também filha do Elder da vila élfica, Erathon um sábio elfo, que me acolheu mesmo com o protesto da maioria dos moradores da vila, afinal tinha salvado sua filha.
Athuriam era o que mais protestava sobre a minha permanência na vila élfica, sentia em seu olhar um ciúmes em relação a como Muriel me tratava, mas a palavra de Erathon era final, e poderia permanecer quanto tempo quisesse em sua vila, e nem Athuriam seria louco de se opor aos desejos de seu líder.
Estabeleci-me na floresta durante três anos, dominei o linguajar compartilhei dos costumes, participei das festas, torneios, caçadas, compartilhei minhas experiências, descobri que compartilhamos dos mesmos sentimentos de ódio para com os Drows, foram anos incríveis.
Muriel me presenteou com uma vestimenta muito bonita, feita pelas suas próprias mãos delicadas, de um branco único, e um vermelho muito vivo, ela sabia minhas medidas em sua mente, pois serviu perfeito, como uma espada na bainha, uma obra prima, ela me disse que esse branco me ajudaria a desaparecer na menor sombra, como na maior escuridão, e que se soubesse dominar a arte poderia sumir até numa clareira embaixo do sol do almoço, e que manteria minha mobilidade total, bainhas e outros partes da vestimentas foram adicionadas com o tempo. Retribuindo o presente, dei a ela minhas duas ultimas perolas, que ficaram maguiníficas como brincos, que ela mesma confeccionou.
Apeguei-me muito a todos da vila, me sentia um verdadeiro elfo entre eles, mas sabia me manter no meu lugar, afinal, não eram todos que iam com a minha cara.
Aprendi muito entre os elfos, técnicas de combates, a arte da furtividade, entre outras coisas, mas minha hora de partir chegou mais uma vez, já tinha quase 23 anos, e sei que se ficasse por lá minhas aventuras se cessariam.
Erathon tentou me convencer a ficar, que ainda era cedo para partir, mas ele entendeu quando eu disse que minha vida não era tão longa quanto a deles, e que se não partisse logo, minha velhice acabaria por chegar sem eu ver tudo que tinha pra ver, doeu ver as lagrimas descerem dos olhos de Muriel. Mas eu estava convicto de minhas vontades.
Parti daquelas belas terras, com a certeza que seria bem vindo enquanto Erathon fosse o Elder, e que o coração de Muriel eu levaria comigo para todos os cantos por onde andar.
Parti para a cidade portuária de Murann, e com as minhas experiências adquiridas logo parti com um pequeno navio mercante em direção ao norte, deixando que os bons ventos de Waukeen me levassem, em direção a costa da espada, onde desceria, no próximo porto, agora sim, pronto para as grandes aventuras que me aguardavam.

Magalercius- Idade: 30
Localização: Taubaté
Mensagens: 577
Data de inscrição: 25/05/2011
Sereias sem cauda (Untalied Mermaids)
Sereias sem Cauda, é a forma que chamam a intrigante tripulação do navio pirata Maldição Flutuante (floating Curse), constituído em sua maioria absoluta de lindas porém mortais mulheres, tendo apenas alguns homens para o serviço mais pesado. Como diz a Capitã Cathelin “as mãos femininas devem ser guardadas para tarefas mais nobres e macias, como cortar carne e contar tesouro”.
A primeira impressão, parecem um bando de mulheres barulhentas, divertidas de língua afiada brincando de ser pirata. Com roupas sempre muito bem limpas e cuidadas, ao contrario dos piratas de verdade sempre sujos e mal vestidos. Sempre muito exibicionistas adoram provocar os homens que cruzam o seu caminho (inclusive suas vítimas), mas tudo no tom de brincadeira. E há de alguém se atrever para cima delas, não tem piedade alguma. Mas no mais são boas garotas atrás de aventura, fortuna e diversão.
Altair as conheceu muito novo, enquanto morou na cidade de Purl, as moças ainda eram jovens piratas com seu recém fabricado Brig de batalha de velas vermelhas, com medidas reduzidas de um brig padrão, é um dos poucos brigs que conseguem entrar com facilidade na baia estreita e de pedras afiadas de Purl, a princípio se chamaria “Dama da água”, mas alguns dias bebendo na taverna de Purl, e aquele barco se destacando no porto da cidade, logo surgiram comentários e rumores. Um bêbado ousou dizer “Aquela belezura la fora não vai durar um mês, mulher abordo sempre é má agouro”, sarreando com a cara das empolgadas jovens com seu novo brinquedinho. Altair que já tinha perdido a timidez faz tempo, pela vivência e pela bebedeira rebate com o celebre comentário “se esse ditado realmente for verdade, aquele navio lá fora só pode ser uma maldição flutuante”, as meninas riram tanto e gostaram tanto do nome, que naquele exato momento quiseram sair da taverna com uma garrafa de vinho na mão e rebatizar o navio para “Maldição Flutuante” dando todas as honras para ele no batizmo.
A partir disto, Altair passou a ser protegido das sereias, principalmente por ele ser mirradinho no meio daqueles piratas grandalhões e mal encarado. Quem mais se aproximou dele foi Diana, que lhe ensinou várias técnicas de cordames além de outras maravilhas da vida.
Apesar das gozações, todos respeitavam as Sereias sem Cauda por aquelas terras e águas, sempre gentis com todos, mas com a língua muito afiada e a espada mais ainda, e sem a menor piedade para com quem desrespeitassem-nas, a morte era dolorosa e na frente de todos, para servir como exemplo e mostrar que as brincadeiras têm um limite tênue. Já é muito conhecido o Jargão delas para os homens dizendo “Seus olhos eu não vou culpar de não se conterem, mas cuidado com sua boca e suas mãos, esses se fizerem alguma bobagem pode custar sua vida de uma forma bem horripilante” geralmente com uma piscadela e um beijo mandado ao ar no final da frase.
Em abordagens elas são muito piedosas, sempre aceitando rendição, só levando objetos de valor, só mexendo nos mantimentos do barco invadido caso o delas realmente esteja com necessidades. Mas não reclamam se o oponente queira lutar até a morte de todos. Como elas mesmo dizem nas tavernas “não tem graça chutar um cachorro que já está com o rabo entre as pernas”.
Tripulação em destaque: (todas humanas, com tendência variando de Caótico/ neutro à Caótico/ bom.)
-Cathelin: Líder e capitã das Sereias, exímia comandante e esgrimista, apesar de ter as duas mãos adora “desfilar” com seu gancho de ouro, que usa com habilidade tanto no timão, quanto para deslizar (em tiroleza) pelas cordas.
-Bonnie: Primeira oficial abordo, a mais temperamental de todas as sereias, Clériga de Umberlee, é responsável pela navegação da Maldição Flutuante.
-Marian : Cartografa, escriba e maga, passa os dias ao mar dentro de sua cabine, com mapas, livros e pergaminhos e finanças, só sobe ao convés quando extremamente necessário. Nas abordagens ela fica no aguardo para ver se será necessário suas magias.
-June e Jane: Irmãs gêmeas, loiras e lindas corsárias, com uma grande versatilidade em combate, são as primeiras a abordar o barco inimigo caso haja necessidade de combate.
-Diana Ladina, mestre de cordame. Frase celebre “me mostre um grande tesouro que eu mostro minha habilidade de atar nós”. (Ensinou Altair a atar e desatar nós, se é que vcs me entendem).
-Lucy Cozinheira, ficou cega de um olho por causa de óleo quente em mar bravio, o que mesmo assim não tirou sua beleza e classe. Usa um cutelo como ninguém.
-Mikaele Mestre de Armas do navio, controla todas as tripulantes nas abordagens, com exceção as gêmeas, oq gera certa discussão boba após os saques (mulheres).
A primeira impressão, parecem um bando de mulheres barulhentas, divertidas de língua afiada brincando de ser pirata. Com roupas sempre muito bem limpas e cuidadas, ao contrario dos piratas de verdade sempre sujos e mal vestidos. Sempre muito exibicionistas adoram provocar os homens que cruzam o seu caminho (inclusive suas vítimas), mas tudo no tom de brincadeira. E há de alguém se atrever para cima delas, não tem piedade alguma. Mas no mais são boas garotas atrás de aventura, fortuna e diversão.
Altair as conheceu muito novo, enquanto morou na cidade de Purl, as moças ainda eram jovens piratas com seu recém fabricado Brig de batalha de velas vermelhas, com medidas reduzidas de um brig padrão, é um dos poucos brigs que conseguem entrar com facilidade na baia estreita e de pedras afiadas de Purl, a princípio se chamaria “Dama da água”, mas alguns dias bebendo na taverna de Purl, e aquele barco se destacando no porto da cidade, logo surgiram comentários e rumores. Um bêbado ousou dizer “Aquela belezura la fora não vai durar um mês, mulher abordo sempre é má agouro”, sarreando com a cara das empolgadas jovens com seu novo brinquedinho. Altair que já tinha perdido a timidez faz tempo, pela vivência e pela bebedeira rebate com o celebre comentário “se esse ditado realmente for verdade, aquele navio lá fora só pode ser uma maldição flutuante”, as meninas riram tanto e gostaram tanto do nome, que naquele exato momento quiseram sair da taverna com uma garrafa de vinho na mão e rebatizar o navio para “Maldição Flutuante” dando todas as honras para ele no batizmo.
A partir disto, Altair passou a ser protegido das sereias, principalmente por ele ser mirradinho no meio daqueles piratas grandalhões e mal encarado. Quem mais se aproximou dele foi Diana, que lhe ensinou várias técnicas de cordames além de outras maravilhas da vida.
Apesar das gozações, todos respeitavam as Sereias sem Cauda por aquelas terras e águas, sempre gentis com todos, mas com a língua muito afiada e a espada mais ainda, e sem a menor piedade para com quem desrespeitassem-nas, a morte era dolorosa e na frente de todos, para servir como exemplo e mostrar que as brincadeiras têm um limite tênue. Já é muito conhecido o Jargão delas para os homens dizendo “Seus olhos eu não vou culpar de não se conterem, mas cuidado com sua boca e suas mãos, esses se fizerem alguma bobagem pode custar sua vida de uma forma bem horripilante” geralmente com uma piscadela e um beijo mandado ao ar no final da frase.
Em abordagens elas são muito piedosas, sempre aceitando rendição, só levando objetos de valor, só mexendo nos mantimentos do barco invadido caso o delas realmente esteja com necessidades. Mas não reclamam se o oponente queira lutar até a morte de todos. Como elas mesmo dizem nas tavernas “não tem graça chutar um cachorro que já está com o rabo entre as pernas”.
Tripulação em destaque: (todas humanas, com tendência variando de Caótico/ neutro à Caótico/ bom.)
-Cathelin: Líder e capitã das Sereias, exímia comandante e esgrimista, apesar de ter as duas mãos adora “desfilar” com seu gancho de ouro, que usa com habilidade tanto no timão, quanto para deslizar (em tiroleza) pelas cordas.
-Bonnie: Primeira oficial abordo, a mais temperamental de todas as sereias, Clériga de Umberlee, é responsável pela navegação da Maldição Flutuante.
-Marian : Cartografa, escriba e maga, passa os dias ao mar dentro de sua cabine, com mapas, livros e pergaminhos e finanças, só sobe ao convés quando extremamente necessário. Nas abordagens ela fica no aguardo para ver se será necessário suas magias.
-June e Jane: Irmãs gêmeas, loiras e lindas corsárias, com uma grande versatilidade em combate, são as primeiras a abordar o barco inimigo caso haja necessidade de combate.
-Diana Ladina, mestre de cordame. Frase celebre “me mostre um grande tesouro que eu mostro minha habilidade de atar nós”. (Ensinou Altair a atar e desatar nós, se é que vcs me entendem).
-Lucy Cozinheira, ficou cega de um olho por causa de óleo quente em mar bravio, o que mesmo assim não tirou sua beleza e classe. Usa um cutelo como ninguém.
-Mikaele Mestre de Armas do navio, controla todas as tripulantes nas abordagens, com exceção as gêmeas, oq gera certa discussão boba após os saques (mulheres).

Magalercius- Idade: 30
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